Se emocionar O pássaro na gaiola Como se sente um pássaro engaiolado em relação aos pássaros livres? O que mais deseja um pássaro na gaiola quando a primavera chega? Estas são algumas das perguntas que a carta do pintor Vincent van Gogh ao seu querido irmão Théo expressam de forma sensível, delicada e comovente. Equipe A Taba — Leitura de 26 segundos
Equipe A Taba Leitura de 31 segundos Se emocionar Regras de verão Nesse livro provocativo e com ilustrações primorosas, um garoto tenta ensinar ao seu irmão mais novo – a partir das suas experiências – algumas regras fundamentais para sobreviver ao verão.
Equipe A Taba Leitura de 31 segundos Para rir e se divertir Monstros doentes E se os monstros que tanto nos apavoram sofressem dos mesmos problemas que as pessoas comuns, como dor de dente, depressão, chulé e indigestão? E se a solução para esses males estivesse não somente nos remédios, mas também nas próprias histórias?
Equipe A Taba Leitura de 32 segundos Se emocionar Helena Helena Aramis Ribeiro Costa dá nova roupagem à Cinderela nesta história que fala sobre rejeição e maus tratos. Aqui, a metáfora da “roupa suja”, que a personagem é obrigada a lavar nas águas claras do riacho, é via de acesso a possíveis experiências desagradáveis pelas quais pode passar o leitor e, portanto, cria a oportunidade para uma reflexão mais profunda sobre a vida.
Viajar para mundos fantásticos Para que serve um livro? Equipe A Taba — Leitura de 23 segundos Em Para que serve um livro?, a escritora e ilustradora francesa Chloé Legeay leva o leitor pelos caminhos da leitura e dos grandes autores da literatura para crianças e jovens. Com ilustrações coloridas e bem-humoradas, a “utilidade” do livro vai se desenhando, também, por meio de um texto divertido, delicado e cheio de humor. A ideia central deste interessante livro não é responder à pergunta, mas, sim, aumentar o repertório de possibilidades para o livro, a leitura e a literatura.
Sentir medo Frankenstein Equipe A Taba — Leitura de 46 segundos O livro tem início com a troca de cartas entre o capitão Robert Walton e sua irmã, nas quais o comandante relata como conheceu o médico Viktor Frankenstein em uma de suas expedições pelo mar. Os capítulos seguintes compõem a história do médico sobre a experiência de criar um estranho monstro, acreditando que seus conhecimentos científicos trariam o poder de superar a morte.
Viajar para mundos fantásticos Doze reis e a moça no labirinto do vento Equipe A Taba — Leitura de 38 segundos A linguagem poética de Marina Colasanti permeia os 13 belos contos de Doze reis e a moça no labirinto do vento. Retomando a maneira de narrar dos contos de fadas, o livro recria situações dos mundos fantásticos dos textos tradicionais com muita sensibilidade e precisão.
Viajar para mundos fantásticos Longe como o meu querer Equipe A Taba — Leitura de 48 segundos Neste livro, Marina Colasanti reúne 24 contos mágicos em que o desejo muitas vezes está longe, outras ainda não foi descoberto, ou ainda está tão perto, mas no outro, que se expressa como inveja e vingança.
Viajar para mundos fantásticos Histórias árabes Equipe A Taba — Leitura de 35 segundos Ana Maria Machado reconta quatro histórias clássicas da região do Oriente Médio: “Ali Babá e os quarenta ladrões”, “O cordeiro de Bagdá”, “O pássaro falante” e “Tapete, luneta e damasco”. Com sua linguagem envolvente, precisa e inventiva, a escritora percorre, também, a tradição e a cultura do “mundo árabe” por meio dessas histórias cheias de aventura e ensinamentos. As ilustrações muito vivazes e coloridas de Laurent Cardon ajudam o leitor a compor os lugares, aparentemente distantes, que são cenários das histórias.
Livros Abril, o peixe vermelho Equipe A Taba — Leitura de 44 segundos Este é o segundo livro escrito e ilustrado pela francesa Marjolaine Leray. Com traços, cores e tipografia semelhantes ao de Uma Chapeuzinho Vermelho, agora o protagonista deste livro quadrado e pequeno é o astucioso Abril, um peixe cuja cor vermelha revela muito de seu caráter. Na conjunção entre palavras e imagens, Marjolaine instaura o humor e sugere novos sentidos para as vivências marcantes, difíceis e existenciais do peixinho – como, por exemplo, ter tido pais “aquólatras”, tê-los visto virar comida e ver a vida no aquário perder o sentido.