Crônicas para jovens: de escrita e vida

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Resenha
Ao nos tornarmos leitores experientes, começamos a eleger os nossos escritores preferidos. Então procuramos investigar um pouco sobre a vida deles e, quando satisfeitos, queremos saber também sobre o modo como escrevem, quais são seus estímulos e suas ambições nesse terreno encantador que é a literatura. Uma das nossas mais cultuadas escritoras deixou pistas do seu modo de compor contos e romances nas crônicas que escreveu para jornais. Para facilitar essa busca, podemos ir direto aos textos selecionados no livro Crônicas para jovens: de escrita e vida. Nele encontramos reflexões intrigantes sobre a arte da escrita. São confissões de como  se sentia escrevendo, como reagia às críticas, como dialogava com seus leitores e, o mais curioso, como essa constante labuta com as palavras era para Clarice não apenas sua profissão, mas uma necessidade vital. Uma obra recomendável para os apaixonados por literatura, principalmente para os que têm pretensões de se tornarem escritores.
Trecho do livro
“E comecei. No entanto, ao ter escrito a primeira frase, vi imediatamente que ainda me era impossível. Eu havia escrito: ‘Era uma vez um pássaro, meu Deus’.” P. 18

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