Como ler um livro sem palavras? – oficina com Aline Abreu

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Quem nunca ficou perdido ao abrir um livro sem palavras, que atire a primeira imagem!

Geralmente, quando nos deparamos com essas obras, muitas dúvidas surgem. Quando não há um texto escrito, podemos inventar a história? Se não, como desvendar a narrativa criada pelo autor? Que perguntas podemos fazer para desencadear uma boa conversa a partir destes livros? Esses livros são indicados para quem não sabe ler palavras ou podem ser desfrutados por leitores de qualquer idade?

Sabemos que um livro sem palavras pode contar uma história. Essas obras, que chamamos de livro-imagem, apresentam uma narrativa que é contada a partir de uma sequência de ilustrações.

Para conversar sobre as possibilidades de leitura deste tipo de livro, convidamos a premiada escritora e ilustradora Aline Abreu, para uma oficina muito especial.

Durante o encontro, “Como ler um livro sem palavras?”, Aline Abreu apresentará exemplos práticos, conversando sobre algumas das principais dúvidas que podem surgir quando vamos ler um livro deste tipo com as crianças.

O evento acontecerá no dia 17 de agosto, das 19h às 21h. E será gratuito para os assinantes da Taba que se inscreverem até o dia 02 de agosto.

Inscreva-se para a oficina como ler um livro sem palavras, clicando no botão abaixo:

Quem é Aline Abreu?

Achou? Aline Abreu

Desde pequena Aline Abreu se conectou com a escrita e a palavra. Gostava de escrever e em um caderno secreto elaborava poemas e pequenas histórias. Estes textos compunham uma espécie de diálogo com sua avó paterna, que Aline nunca chegou a conhecer, mas que todos diziam que se parecia muito com ela. 

Mesmo tão próxima às letras, a ilustradora acabou decidindo pela faculdade de Artes plásticas. Foi assistente de uma artista, conheceu diversas linguagens e se encantou sobretudo com a ilustração. A literatura infantil foi, então, uma forma de conectar o seu gosto pela palavra e pela imagem. 

Aline já ilustrou livros de diversos autores e também lançou projetos autorais. O livro “Quase ninguém viu” (Jujuba), venceu o Prêmio João-de-Barro de Livro Ilustrado em 2016. Em 2020, a autora recebeu o Troféu Monteiro Lobato, concedido pela Revista Crescer.

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