Para celebrar a diversidade

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Para celebrar a diversidade

Hoje, 3 de dezembro, é a data escolhida pelas Nações Unidas para celebrar a diversidade. No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência tem como objetivo ampliar a compreensão sobre as necessidades, direitos e bem-estar dessas pessoas. É preciso trazer visibilidade para 1 bilhão de pessoas no mundo com algum tipo de deficiência física ou intelectual, dos quais 80% em países em desenvolvimento. Abordar esse tema com as crianças desde cedo contribui para a empatia e para que a diversidade seja algo natural.

Para A Taba, as diferenças (físicas, cognitivas, biológicas, sociais) tornam particulares a nossa forma de existir no mundo. Experimentamos a vida de lugares diferentes. A humanidade que nos une não deve apagar o que nos diferencia um dos outros. A diversidade é uma riqueza e uma potência própria do humano. Valorizar e reconhecer as várias formas de existir no mundo permite a construção de pontes e de pertencimento para todxs. Colaborando com uma sociedade harmônica e sustentável.

Destacamos dois conteúdos especiais para apoiar e inspirar conversas, além de celebrar a diversidade.  

Não somos anjinhos

Não somos anjinhos Gusti para celebrar a diversidade

Em Não somos anjinhos, o título forte e em tom de protesto já avisa os leitores que as ideias do livro vem para mexer com nossas percepções. Mas quem será o coletivo a que a palavra “somos” se refere? A ilustração da capa nos dá dicas ao trazer uma criança com aquela conhecida expressão de “fazendo arte”. Mas será que esse livro fala de todas as crianças?

Logo no início do livro o autor já nos explica que se trata de uma criança diferente, pois tem um amigo que a acompanha desde o seu nascimento. E durante a leitura podemos conhecer um pouco mais sobre essa diferença e suas particularidades. Será que essas percepções são verdadeiras? Como será que as crianças com este amigo, se
sentem ao ouvirem essas coisas? Será que são tão diferentes assim?

Longe da árvore: para ampliar o olhar sobre a diversidade

O livro Longe da Árvore é resultado de uma ampla investigação de Andrew Solomon sobre as tensões entre identidade e diferença em famílias com filhos portadores de deficiências físicas, mentais e sociais. É um ensaio monumental sobre a tolerância e a valorização da diversidade. Lançado no Brasil em 2013 pela Companhia das Letras, virou filme em 2019.

O filme abre espaço para conversarmos sobre a família que nascemos e a família que construímos, traz um novo olhar sobre as relações humanas, apostando no acolhimento das diferenças, e no modo como essa capacidade se faz tangível nas relações familiares.

Um olhar corajoso na jornada de acolhimento e afeto das relações humanas para celebrar a diversidade.

A Taba é apoiadora oficial do documentário, que atualmente está disponível na GloboPlay e no Telecine para assinantes e em sessões coletivas organizadas pela Videocamp. Confira o trailer!

[Post atualizado em dezembro de 2021]

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1 comentário
Tartaruga Nara

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