Minha casa, sua casa

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O lugar onde moramos diz muito sobre quem somos e as relações que construímos. E são essas particularidades que tornam cada casa única. Em Minha casa, sua casa Marianne Dubuc nos conta a história de um aniversário especial, que acontece na Rua dos Biscoitos, número 3, transformando a rotina de muitas residências.

Enquanto o aniversariante se prepara para a festa, acompanhamos a movimentação dos convidados, cada qual em sua casa, vivendo narrativas paralelas. O texto curto, escrito em letras maiúsculas, facilita a leitura autônoma das crianças pequenas. Por outro lado, as ilustrações repletas de detalhes, oferecem a oportunidade de ler o livro muitas vezes, acompanhando – a cada leitura – uma família diferente. Impossível terminar as páginas sem querer voltar ao começo e descobrir novas narrativas!

Resenha preparada pela Equipe A Taba especialmente para o exclusivo Mapa de Exploração.

Quem é Marianne Dubuc?

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Até os cinco anos de idade, a canadense Marianne Dubuc sempre acompanhava os pais em viagens de trabalho e festas de adultos. Para se ocupar, ela desenhava muito. A autora conta que, como filha única, os amigos tiveram papel muito importante em sua vida. E que aprendeu com a mãe que, muitas vezes eles precisam ir, mas nem sempre isso significa o fim da amizade. Marianne costuma usar aquarela, canetas e lápis de cor para criar suas ilustrações, que têm muitas referências da própria infância. Formada em design gráfico, atua como ilustradora e escritora de livros infantis há dez anos e acredita que seus livros são para todos que se interessarem por eles, independente da idade. Suas obras são publicadas e premiadas em diversos países.

Por que escolhemos “Minha casa, sua casa” para enviar aos assinantes do Clube de Leitores A Taba?

Livros como esse mostram a força das imagens e das palavras para contar histórias. Nas mãos de grandes artistas, estas duas linguagens trazem muitas oportunidades para o leitor. Seja para perceber as semelhanças entre o que elas dizem, seja para experimentar as suas contradições.

O jogo das diferentes narrativas escondidas em cada uma das casas da Rua dos Biscoitos, propicia o movimento de ir e vir entre as imagens. Ora observando o que o texto diz, ora descobrindo o que ele oculta.

O resultado é uma leitura que sempre se renova!


Clube de Leitores A Taba

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1 comentário
Tartaruga Nara

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